terça-feira, 26 de agosto de 2014

A MÚSICA COMO RECURSO PEDAGÓGICO UTILIZADO PELO PROFESSOR EM SALA DE AULA PARA PROMOVER A APRENDIZAGEM DOS SEUS ESTUDANTES

João Rafael Tatico Borges1
Orientador (a) Maria Madalena Queiroz2

RESUMO
 Este trabalho - se propõe a discutir as possibilidades de se utilizar a música como recurso pedagógico pelo professor em sala de aula para promover à aprendizagem dos seus estudantes. A partir do levantamento de referências bibliográficas e fontes documentais, busca - se uma aproximação às realidades escolares, demonstrando que a música como recurso pedagógico desde que bem trabalhadas de diferentes formas. Em sala de aula utilizada pelo professor promovendo assim um amplo conhecimento e qualidade cultural na aprendizagem de seus alunos a partir da música como recurso pedagógico, garantindo assim uma melhor participação e envolvimento dos mesmos no processo educativo.

Palavras - chave: música; recurso pedagógico; sala de aula; aprendizagem; conhecimento.

Abstract: This work - is to discuss the possibilities of using music as a teaching resource by teachers in the classroom to promote the learning of their students. From the survey of references and documentary sources, search - an approach to school realities, demonstrating that music as a teaching resource since it worked well in different ways. Used in the classroom by the teacher thus promoting a broad knowledge and cultural quality of learning in their students from the music as a teaching resource, thus ensuring greater participation and involvement of them in the educational process.

Keywords - Keywords: music; teaching resource; the classroom; learning; knowledge.












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1João Rafael Tatico Borges Graduado em História Pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC - GO).
2 Prof.ª, orientadora: Maria Madalena Queiroz
Artigo apresentado como exigência parcial para aprovação na disciplina: estagio supervisionado IV, ofertada pelo HGS, da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.




A Música Como Recurso Pedagógico

A música utilizada como recurso pedagógico no ensino de história vem demonstrando sua importância na formação dos estudantes, pois, contribui para que os mesmos aproveitem e solidifiquem a construção de conceitos científicos, pois é a partir dai que começam a ter um conhecimento, e começa despertar o interesse pelas aulas através da música. Como recurso pedagógico representa uma auxilio aos professores no processo ensino-aprendizagem, que pode ser utilizada perfeitamente pelos professores como recurso pedagógico eficiente e eficaz, fazendo com que os seus estudantes expressem seus sentimentos, emoções, facilitando a compreensão e aprendizagem. Envolve o professor, estudante, estudante professor e a socialização entre professores e seus estudantes. A música como recurso pedagógico pode ampliar novas aprendizagens para os estudantes que estão em reconhecimento com essa mistura ensino e música em sala de aula uma vez que, para os estudantes representa uma novidade a ser desenvolvida.
A música é muito importante na vida dos estudantes, pois os mesmos (as) já nascem em ambientes musicais diversos. Trabalhar música na escola é continuar o universo que o estudante já traz consigo. A música é arte de combinar os sons, uma excelente fonte de trabalho escolar porque, além de ser utilizada como terapia psíquica para o desenvolvimento cognitivo, é uma forma de transmitir ideias e informações para os estudantes dentro e fora de sala de aula, no dia a dia onde quer estejam, a música passa a criar ideias e pode promover conhecimento aos seus estudantes. O uso de mídias áudio visuais dentro de sala ajuda a criar novas perspectivas. De conhecimento poderá estimular professores e estudantes a ter uma ampliação de conhecimentos e novas abordagens e melhoria na qualidade das aulas de história.
A mídia auditiva como recurso pedagógico é uma forma de transmitir a cultura para os estudantes, como forma de ampliar suas origens e abrir novos espaços para que professores e estudantes possam ter mais conhecimento e um melhoramento quanto esses tipos de equipamentos e assim possibilitar um universo de conhecimento e promover entre professores e estudantes valores e aquisição na vida humana, tanto do professor como dos seus estudantes.
Segundo (Fiuza 2007), durante os primeiros anos da colonização do Brasil, a música foi logo percebida pelo padre Manoel da Nobrega, como instrumento privilegiado para atingir as almas dos Índios. Nobrega, o primeiro provincial – segundo a hierarquia estabelecida pela Companhia de jesus, normatizada pelo Ratio Studiorum – alertou o padre José de Anchieta desse artificio, o que prontamente foi por ele assimilado.  Basta lembrar os escritos mostrados e montados por Anchieta, em que se mesclavam diálogos, danças e músicas executadas pelos Índios, por vezes em sua própria língua. Assim, a música indígena era redimensionada, passava de um ritual intimamente ligado à vida da tribo para uma representação simbólica de fé cristã, que, por sinal, não foi tão assimilada pelos índios, como se sabe.
Segundo aponta a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) – nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 torna-se obrigatório o ensino de música no ensino fundamental e médio. A música é conteúdo optativo na rede de ensino, a cargo do planejamento pedagógico das secretarias estaduais e municipais de educação. No ensino geral de artes, a escola pode oferecer artes visuais, música, teatro, dança. Todas as escolas públicas e particulares do Brasil terão de acrescentar, no prazo de três anos, mais uma disciplina na grade curricular obrigatória.
Conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), cada instituição organiza a sua política pedagógica, exemplo: tal instituição colocará o ensino de música em sua grade curricular, mais a instituição X não colocará. Pois bem, como foi estipulado não são obrigadas as instituições de ensino tanto na rede particular como na rede púbica a inserir música em sua grade curricular. Cabe a cada instituição optar dentro de sua política curricular aquilo que for melhor para formação e aprendizagem de seus respectivos estudantes.
Em 1960, projeto de Anísio Teixeira e Dercy Ribeiro para a Universidade de Brasília (UnB) deu novo impulso ao ensino de música, com a valorização da experimentação. A ideia era preservar “a inocência criativa das crianças”. Duas décadas depois, a criação da Associação Brasileira de Educação Musical e da Associação Brasileira de Pesquisa e pós-graduação em Artes Cênicas (Abrace) contribuiu para a formação de professores no ensino das linguagens artísticas em várias universidades, no ensino de música. A experiência direita e a criação são enfatizadas no processo pedagógico.
A música como recurso pedagógico em sala de aula, seria, por assim dizer, como arte de combinar sons e ritmos, seria em determinado momento uma teoria cuja procura buscar fazer com que estudantes também busquem a quem incluir uma ampla variedade e pluralidade sonoras, fazendo com que os estudantes tenham, a música como forma de construção do conhecimento histórico em sala de aula.

A música não é apenas uma combinação de notas dentro de uma escala, mas também ruídos de passos e bocas, sons eletrônicos, ou ainda uma vestimenta e gestos do cotidiano de determinados indivíduos que gostam de um tipo de som. É tudo isso e mais o produto de longas e incontáveis vivências coletivas e individuais com as experiências de civilizações diversas ao longo da história. Dessa forma, a música como fenômeno cultural e social apresenta várias facetas concretas e abstratas que estimulam diversas representações sobre a linguagem musical e que, necessariamente, demandam uma integração teórica e metodológica de diferentes áreas do conhecimento. (DUARTE, 2011, p.209).

Como a Música Contribui Para a Aprendizagem dos Estudantes

A música esta presente em nossas vidas o tempo inteiro, assim, pode contribuir para uma cultura e uma melhor aprendizagem do estudante e por sua vez despertar um melhor entendimento e transmitir significados para os estudantes, e o interesse pela música, através das aulas em sala. Isso pode fazer com que estudantes vejam com outro olhar a forma como o professor ministra suas aulas utilizando a música como recurso didático para promover a melhor aprendizagem para os seus estudantes. 
 A música estimula os estudantes a ter uma desenvoltura melhor, ou seja, música faz com que estudantes criem novo saberes para melhor aprendizagem. Pode também ser lida ouvida ou declamada pelo estudante em alguma citação do livro do qual o estudante estiver manuseando em sala de aula como nos mostra Adriana Fernandes (2008).

Eu penso que uma atitude em sala de aula que promovesse mais a experiência musical entendida como expressão cultural humana e dentro do universo da sensibilidade traria grandes avanços e grandes mudanças no modo de pensar, fazer e sentir a música. (FERNANDES, 2008, p.86).

A música pode contribuir com a seguinte questão: fazer com que estes possam interagir com seus colegas e também com o meio, podendo contribuir assim com a construção de sua identidade. Revela-se também uma grande importância no processo de aquisição e ampliação de conhecimentos e promover grandes valores para uma formação mais humana isto também contribuirá para o enriquecimento de uma cultura mais sensitiva podendo assim contribuir para melhor formação de uma identidade mais humana. Também podendo contribuir para o enriquecimento de uma cultura sensitiva, podendo assim contribuir para melhor formação de uma identidade mais humana para os estudantes e futuros profissionais.
A relação música e ensino em sua essência, transmite uma mensagem, e dependendo da música que esta sendo passada em sala poderá levar um sentimento, onde através dessa, professores e estudantes tendem a identificar informações do quais ambos não conseguem compreender e sendo assim da mesma forma dos estudantes e os seus professores, podendo haver uma ligação entre ambas às partes, professor e estudante.

A partir da década de 1980, a música podia estar em toda parte: acompanhado privadamente toda atividade possível por meio dos fones de ouvidos ligados a aparelhos de bolso lançados (como tão frequentemente) pelos japoneses. (FIUZA, 2007, p. 66).

A música começou a ser inserida dentro de sala de aula partir da década de 1980, podendo ser utilizada como forma de culturalização, enriquecedora para os estudantes, e está vinculada a um tipo de emoção, é dessa forma que faz com que os estudantes tenham uma aprendizagem mais enaltecedora. Assim o estudante tende a dar mais valor e prestar atenção nas aulas, fazendo com isso por diversas formas coloque mais cultura em seu cotidiano. Sendo assim, os estudantes farão com que seus professores possam também ter uma forma de conhecimento mais abrangente e enriquecedor para seu currículo docente.
A música nos proporciona informações que ninguém talvez nem imagine que possa existir ou existe, por isso, música é importante em nossas vidas e também importante que se coloque este tipo de mídia auditiva dentro de salas de aulas para estudantes conheçam um pouco da cultura brasileira através do som que esta sendo passado. Dessa forma, a música pode auxilia-los a preparar a mente para que se possa ter outra perspectiva abrindo assim uma nova forma de ver o mundo.
Segundo Fiuza (2007), outra mensagem que pode vir atrelada à música é aquela trazida pelo ritmo. Há músicas que impelem as pessoas à dança e nem sempre essa dança está de acordo com aquilo que o poder considera como ordeiro, como os carnavais e os charivaris o maxixi, surgido inicialmente como dança, por volta de 1870, como a primeira grande contribuição das camadas populares do Rio de Janeiro à Música do Brasil.
A música em seus diversos ritmos pode influenciar na vida social de todo estudante e também de seus professores. Como Fiuza coloca, música é aquela trazida pelo ritmo, quer dizer ritmo todos os tipos e gêneros, é isso que desperta o interesse dos estudantes poder ter uma opinião própria formadora de conhecimentos e poder ter uma escolha ou não, fazendo com que os mesmos se interessem pelo gosto musical facilitado assim sua vida e a vida seus professores dentro de sala de aula. Música é distração, distrai o trabalho, distrai o lazer, faz contraponto cego com o que eu vou fazer, papel de parede, pano de fundo, ponto de fuga acompanhamento em harmônico, agudo, da atividade viver, em toda parte, uma espécie de cenário, jardim portátil. (FIUZA, 2007, p. 66).
A música e um recurso facilitador que pode fazer das aulas tornarem-se mais atrativos e também pode transformar aquela aula como um lazer para os estudantes. Dessa forma, as aulas podem ser bem mais criativas e lúdicas, e fazer com que os estudantes possam se soltar e aprender mais e mais com música em sala de aula, pois, a intenção é procurar fazer com que estudantes tendem a olhar as aulas com outro olhar e não apenas assisti- lás, compreender e sentir de uma forma clara. A música por sua vez, tende a passar informações que faz com que seus estudantes tenham mais interesse pela mesma e queira ver as aulas de outro ângulo bem didaticamente.
  Podemos vislumbrar aqui dois pontos de discussão quanto a influencia da música em sala de aula (Fiuza, 2007). O 1º aspecto refere-se ao fato de podermos pensar como trabalhar com a música como objeto de estudo, como documento nas diferentes disciplinas. O 2º aspecto, diz respeito a qual seria a relação entre o fundo sonoro de uma música e o processo de estudo propriamente dito, seja em sala de aula, seja na residência do estudante. Neste segundo ponto, podemos apontar alguns dados obtidos pela pesquisa realizada por Chiappini e Citelli (1997), junto a uns mil estudantes da rede pública e privada da grande São Paulo, em 1993.
Os pesquisadores perceberam que boa parte dos estudantes fazia lições ou lia ouvindo rádio. Na 3ª série, 9,43% deles faziam lições com radio ligado; já na 8ª série, eram 16,81%. Para escrever, na 3ª série eram 3,54%, enquanto na 8ª eram 6,16%. É bem provável que estes números tenham crescido nestes oito anos; os meios de comunicação continuam expandindo sua abrangência e seu monopólio. Tal contexto só foi um pouco abalado pela internet, ainda elitizada pelos altos custos quando comparada ao rádio e à televisão. Contudo, não temos a dimensão da interferência exata da música no processo de estudo, o que abre um campo rico para pesquisas. (FIUZA, 2007, P. 65).

A educação por sua vez esta ligada a vários módulos educacionais, assim, qualquer instrumento que procura buscar mais facilidade no ensino dentro de sala de aula e um desses módulos que a escola ou o que o professor pode estar colocando em meio às aulas um meio de propor a música como recurso em sala para seus estudantes uma vez que ela é uma forma de manifestação no dia a dia do ser humano. A música pode contribuir de variadas formas, quando utilizada dentro de sala de aula, música tende a passar para os estudantes através de suas letras uma compreensão do mundo tanto no passado como nos dias atuais. Em certas situações a música pode ser usada de uma ponte transitória entre professores e estudantes e ainda, música pode ser vista como uma possibilidade de aspectos físicos e também sociais podendo estimular e beneficiar, instruir os estudantes em diversos estilos musicais.
Como segundo afirma Adriana Fernandes (2008) à experiência musical é necessariamente uma experiência sensorial física, ou seja, ela é percebida por todo o corpo, e não apenas pelos ouvidos. Ela pode ser vivenciada de várias formas: dançando, lembrando, apreciando, imaginando e assim é bastante democrática, pois, qualquer um pode vivencia lá e, no meu entendimento, esta é a forma mais adequada de “fixa-la”, ou seja, quando ela é incorporada às vivencias, às individualidades e identidade do ser humano.
A meu ver a música passa um gênero cultural no sentido de que através da linguagem musical possibilite aos estudantes um fundo sonoro do qual possam-se identificar  “a canção e o processo de estudo propriamente dito”. A música é um jeito de passar a cultura de uma forma que possa fazer com que os estudantes conheçam sua própria cultura transmitida através de um fundo musical passado em sala de aula. Como foi colocada por um dos autores acima citados, a música pode ser ouvida, sentida e também cantada, fazendo assim um registro histórico com a utilização da mesma “as estratégias e linguagem que se estabelecem a percepção dessas fontes áudio visuais (fotografia, cinema, música mídias informatizadas)”.
A música transmite experiência sensitiva e sensorial, observa-se quando você ouve a música na maioria das vezes seus cabelos do corpo arrepia essa é uma forma de sentir o poder daquela música e o quanto esta transmitindo a sabedoria e o quanto você está gostando de transmitir e, principalmente, quando se trata de alguma música que você goste e fazendo assim com que outras pessoas ouçam também mesmo os estudantes não querendo isso seria uma forma de manifestação humana onde você transmite sua música para o outro abrindo assim novos horizontes e conhecimentos. Assim, você passa a espalhar seu gosto musical para outras pessoas fazendo com que sua cultura se espalhe por outros lugares. A contribuição que a música poderá e devera colaborar para a aprendizagem dos estudantes pode através de diálogos e colocar os estudantes em uma diacronia que implicará na possibilidade de uma experiencial cultura contribuindo assim uma ralação com o meio musical.
Acredito que num futuro próximo, as escolas que por sua vez já estarão adaptadas para uma forma de ensino bem adequados para que através da música possam contribuir de uma forma ou de outra para que se possa enriquecer ainda mais as aulas e o seu próprio conhecimento e também dos estudantes.
  Professores e estudantes, mesmo sem conhecimento técnico, possuem dispositivos emocionais para dialogar com a música (Duarte, 2011). Tais dispositivos, verdadeiras competências de caráter espontâneos ou científicos, não é apenas resultado da subjetividade do ouvinte diante da experiência musical, mas também, sofrem a influência de ambientes socioculturais, valores e expectativas político-ideológicas, situações especificas de audição, repertórios culturais socialmente dados.
Como coloca Duarte (2011) professores e estudantes sem um conhecimento prévio sociocultural, tendem a buscar as objetivas importâncias para fundamentalizar à música em sala de aula.
Como diz; Helena de Freitas, coordenadora-geral de Programas de Apoio à Formação e Capacitação Docente de Educação Básica, “a Lei não torna obrigatório o ensino em todos os anos, e é isso que será articulado com os sistemas de ensino estudantis e municipais”.
Nas palavras da coordenadora da Educação Básica, Helena de Freitas as escolas não são obrigadas a promover o ensino de música. Mas, por outro lado seria uma boa opção colocar músicas nas escolas, pois, poderá colaborar com o ensino e aprendizagem dos estudantes fazendo com que percebam através da música uma forma de buscar inovações e adquirir novas experiências com a música.
Segundo dados mais recentes do Censo da Educação Superior, de 2006, o Brasil tem 42 cursos de licenciaturas em música, que oferecem 1.641 vagas. Em 2006. 327 estudantes formaram-se em música no Brasil.
O MEC recomenda que além das noções básicas de música, dos cantos cívicos nacionais e dos sons de instrumentos de orquestra, os estudantes aprendam cantos, ritmos, danças e sons de instrumentos regionais e folclóricos para assim, conhecer a diversidade cultural do Brasil.
Podemos de fato colocar a música dentro de sala de aula como recurso pedagógico será uma boa opção para melhorar aprendizagem dos estudantes, colocaremos aqui a seguinte questão qual seria uma melhor forma de propor música dentro de sala de aula? Conforme colocado por Fiuza (2007), qual a relação entre o fundo sonoro de uma canção e o processo de estudo propriamente dito.
A melhor forma para trabalhar música dentro de sala de aula é trazer música do qual os estudantes estão costumados a ouvir.
Segundo Adriana Fernandes (2008), se a educação musical estivesse mais pautada em pesquisas e se propusesse a ousar na formação dos estudantes de modo que estes pudessem estar mais expostos a uma alteridade expressiva-ou seja, várias formas de-se expressar onde um dos elementos seria o material sonoro, eu penso que traríamos uma nova realidade para o cenário musical do Brasil e uma nova mentalidade para os músicos.
A música tem muito a contribuir, pois, tende a transformar o aprendizado dos estudantes construindo uma perspectiva podendo assim abrir um novo tipo de conhecimento uma forma de-se descobrir o novo, a música esta ligada nos dias de hoje a uma nova forma de como estudantes professores assistem televisão naveguem na internet, na hora de ler livro.
Como foi colocado por Duarte (2011), com a utilização dessas fontes (fotografia, cinema, música e mídias informatizadas), no ensino de história, abrem possibilidade para um amplo campo de pesquisa e reflexão sobre o processo de construção do conhecimento histórico, que devem ser inserida no contexto de cultura da instituição escolar.


CONSIDERAÇÕES FINAIS

 O presente artigo procurou explicar como utilizar a música como recurso pedagógico dentro de sala de aula bem como esclarecer como as instituições devem se portar para a utilização da música. O mesmo tratou buscou informar como podemos utilizar música inserida no ensino de história, e objetivou também informar como trabalhar a música entre outras matérias, entrou em discussão como fazer com que os estudantes busquem aprendizagem através da música que foi passada pelo professor fazendo com que as aulas sejam mais informativas, possibilitando assim melhor compreensão entre professores e estudantes. Buscou-se entender neste artigo como as instituições deverão adaptar-se colocando mais uma disciplina em sua política curricular por meio da lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) institucionalizada em 20 de dezembro de 1996 de nº 9.394. Esse decreto exige que todas as instituições sejam obrigadas a colocar música como mais uma disciplina no currículo. O artigo, no entanto, explicou como a música poderá ajudar professores e estudantes em sala de aula, foram abordados também questões em relação música e sala de aula,  analise feita nesse artigo poderá ampliar a aprendizagem de estudantes e professores. Colocamos questões do qual estão em discussões todos os dias para promover músicas dentro das instituições como foi dito ao longo do artigo, as instituições já estão ou estarão em um futuro próximos e adaptando para incluir música como mais uma disciplina em sua politicas pedagógica para que através da música possam abrir novos horizontes e com isso buscar mais conhecimento para vida toda

REFERÊNCIAS

FERNANDES, Adriana. Da Necessidade de Experiências Musicais: Sensibilidades e Sociabilidades perspectivas de pesquisa. Goiânia, Ed. UCG-2008.

FIUZA, Alexandre Fernandes. Reflexões sobre o trabalho com a canção na sala de aula. Ensino de Historia e Educação: Olhares em Convergência. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2007.

DUARTE, Milton Joeri Fernandes. A música e a construção do conhecimento histórico em aula”. São Paulo: FEUSP, 2011.

Lei De Diretrizes e Base da Educação (LDB) – nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.

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