A
MÚSICA COMO RECURSO PEDAGÓGICO UTILIZADO PELO PROFESSOR EM SALA DE AULA PARA
PROMOVER A APRENDIZAGEM DOS SEUS ESTUDANTES
João Rafael Tatico Borges1
Orientador (a) Maria Madalena
Queiroz2
RESUMO
Este trabalho - se propõe a discutir as
possibilidades de se utilizar a música como recurso pedagógico pelo professor
em sala de aula para promover à aprendizagem dos seus estudantes. A partir do
levantamento de referências bibliográficas e fontes documentais, busca - se uma
aproximação às realidades escolares, demonstrando que a música como recurso
pedagógico desde que bem trabalhadas de diferentes formas. Em sala de aula
utilizada pelo professor promovendo assim um amplo conhecimento e qualidade cultural
na aprendizagem de seus alunos a partir da música como recurso pedagógico,
garantindo assim uma melhor participação e envolvimento dos mesmos no processo
educativo.
Palavras -
chave: música; recurso
pedagógico; sala de aula; aprendizagem; conhecimento.
Abstract: This work - is
to discuss the possibilities of using music as a teaching resource by teachers
in the classroom to promote the learning of their students. From the survey of
references and documentary sources, search - an approach to school realities,
demonstrating that music as a teaching resource since it worked well in
different ways. Used in the classroom by the teacher thus promoting a broad
knowledge and cultural quality of learning in their students from the music as
a teaching resource, thus ensuring greater participation and involvement of
them in the educational process.
Keywords
- Keywords:
music; teaching resource; the classroom; learning; knowledge.
___________________________
1João Rafael Tatico Borges
Graduado em História Pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC - GO).
2 Prof.ª, orientadora: Maria
Madalena Queiroz
Artigo apresentado como exigência
parcial para aprovação na disciplina: estagio supervisionado IV, ofertada pelo
HGS, da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.
A Música Como Recurso Pedagógico
A
música utilizada como recurso pedagógico no ensino de história vem demonstrando
sua importância na formação dos estudantes, pois, contribui para que os mesmos
aproveitem e solidifiquem a construção de conceitos científicos, pois é a
partir dai que começam a ter um conhecimento, e começa despertar o interesse
pelas aulas através da música. Como recurso pedagógico representa uma auxilio
aos professores no processo ensino-aprendizagem, que pode ser utilizada
perfeitamente pelos professores como recurso pedagógico eficiente e eficaz,
fazendo com que os seus estudantes expressem seus sentimentos, emoções,
facilitando a compreensão e aprendizagem. Envolve o professor, estudante,
estudante professor e a socialização entre professores e seus estudantes. A
música como recurso pedagógico pode ampliar novas aprendizagens para os
estudantes que estão em reconhecimento com essa mistura ensino e música em sala
de aula uma vez que, para os estudantes representa uma novidade a ser
desenvolvida.
A
música é muito importante na vida dos estudantes, pois os mesmos (as) já nascem
em ambientes musicais diversos. Trabalhar música na escola é continuar o
universo que o estudante já traz consigo. A música é arte de combinar os sons,
uma excelente fonte de trabalho escolar porque, além de ser utilizada como
terapia psíquica para o desenvolvimento cognitivo, é uma forma de transmitir
ideias e informações para os estudantes dentro e fora de sala de aula, no dia a
dia onde quer estejam, a música passa a criar ideias e pode promover conhecimento
aos seus estudantes. O uso de mídias áudio visuais dentro de sala ajuda a criar
novas perspectivas. De conhecimento poderá estimular professores e estudantes a
ter uma ampliação de conhecimentos e novas abordagens e melhoria na qualidade
das aulas de história.
A
mídia auditiva como recurso pedagógico é uma forma de transmitir a cultura para
os estudantes, como forma de ampliar suas origens e abrir novos espaços para
que professores e estudantes possam ter mais conhecimento e um melhoramento
quanto esses tipos de equipamentos e assim possibilitar um universo de
conhecimento e promover entre professores e estudantes valores e aquisição na
vida humana, tanto do professor como dos seus estudantes.
Segundo
(Fiuza 2007), durante os primeiros anos da colonização do Brasil, a música foi
logo percebida pelo padre Manoel da Nobrega, como instrumento privilegiado para
atingir as almas dos Índios. Nobrega, o primeiro provincial – segundo a
hierarquia estabelecida pela Companhia de jesus, normatizada pelo Ratio Studiorum – alertou o padre José
de Anchieta desse artificio, o que prontamente foi por ele assimilado. Basta lembrar os escritos mostrados e
montados por Anchieta, em que se mesclavam diálogos, danças e músicas
executadas pelos Índios, por vezes em sua própria língua. Assim, a música
indígena era redimensionada, passava de um ritual intimamente ligado à vida da
tribo para uma representação simbólica de fé cristã, que, por sinal, não foi
tão assimilada pelos índios, como se sabe.
Segundo
aponta a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) – nº 9.394, de 20 de
dezembro de 1996 torna-se obrigatório o ensino de música no ensino fundamental
e médio. A música é conteúdo optativo na rede de ensino, a cargo do
planejamento pedagógico das secretarias estaduais e municipais de educação. No
ensino geral de artes, a escola pode oferecer artes visuais, música, teatro,
dança. Todas as escolas públicas e particulares do Brasil terão de acrescentar,
no prazo de três anos, mais uma disciplina na grade curricular obrigatória.
Conforme
a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), cada instituição organiza a sua
política pedagógica, exemplo: tal instituição colocará o ensino de música em
sua grade curricular, mais a instituição X não colocará. Pois bem, como foi
estipulado não são obrigadas as instituições de ensino tanto na rede particular
como na rede púbica a inserir música em sua grade curricular. Cabe a cada
instituição optar dentro de sua política curricular aquilo que for melhor para
formação e aprendizagem de seus respectivos estudantes.
Em
1960, projeto de Anísio Teixeira e Dercy Ribeiro para a Universidade de
Brasília (UnB) deu novo impulso ao ensino de música, com a valorização da
experimentação. A ideia era preservar “a inocência criativa das crianças”. Duas
décadas depois, a criação da Associação Brasileira de Educação Musical e da
Associação Brasileira de Pesquisa e pós-graduação em Artes Cênicas (Abrace)
contribuiu para a formação de professores no ensino das linguagens artísticas
em várias universidades, no ensino de música. A experiência direita e a criação
são enfatizadas no processo pedagógico.
A
música como recurso pedagógico em sala de aula, seria, por assim dizer, como
arte de combinar sons e ritmos, seria em determinado momento uma teoria cuja
procura buscar fazer com que estudantes também busquem a quem incluir uma ampla
variedade e pluralidade sonoras, fazendo com que os estudantes tenham, a música
como forma de construção do conhecimento histórico em sala de aula.
A música não é apenas uma combinação de
notas dentro de uma escala, mas também ruídos de passos e bocas, sons
eletrônicos, ou ainda uma vestimenta e gestos do cotidiano de determinados
indivíduos que gostam de um tipo de som. É tudo isso e mais o produto de longas
e incontáveis vivências coletivas e individuais com as experiências de
civilizações diversas ao longo da história. Dessa forma, a música como fenômeno
cultural e social apresenta várias facetas concretas e abstratas que estimulam
diversas representações sobre a linguagem musical e que, necessariamente,
demandam uma integração teórica e metodológica de diferentes áreas do
conhecimento. (DUARTE, 2011, p.209).
Como a Música Contribui Para a Aprendizagem dos
Estudantes
A
música esta presente em nossas vidas o tempo inteiro, assim, pode contribuir
para uma cultura e uma melhor aprendizagem do estudante e por sua vez despertar
um melhor entendimento e transmitir significados para os estudantes, e o
interesse pela música, através das aulas em sala. Isso pode fazer com que
estudantes vejam com outro olhar a forma como o professor ministra suas aulas
utilizando a música como recurso didático para promover a melhor aprendizagem
para os seus estudantes.
A música estimula os estudantes a ter uma
desenvoltura melhor, ou seja, música faz com que estudantes criem novo saberes
para melhor aprendizagem. Pode também ser lida ouvida ou declamada pelo
estudante em alguma citação do livro do qual o estudante estiver manuseando em
sala de aula como nos mostra Adriana Fernandes (2008).
Eu penso que uma atitude em sala de aula
que promovesse mais a experiência musical entendida como expressão cultural
humana e dentro do universo da sensibilidade traria grandes avanços e grandes
mudanças no modo de pensar, fazer e sentir a música. (FERNANDES, 2008, p.86).
A
música pode contribuir com a seguinte questão: fazer com que estes possam
interagir com seus colegas e também com o meio, podendo contribuir assim com a
construção de sua identidade. Revela-se também uma grande importância no
processo de aquisição e ampliação de conhecimentos e promover grandes valores
para uma formação mais humana isto também contribuirá para o enriquecimento de
uma cultura mais sensitiva podendo assim contribuir para melhor formação de uma
identidade mais humana. Também podendo contribuir para o enriquecimento de uma
cultura sensitiva, podendo assim contribuir para melhor formação de uma
identidade mais humana para os estudantes e futuros profissionais.
A
relação música e ensino em sua essência, transmite uma mensagem, e dependendo da
música que esta sendo passada em sala poderá levar um sentimento, onde através
dessa, professores e estudantes tendem a identificar informações do quais ambos
não conseguem compreender e sendo assim da mesma forma dos estudantes e os seus
professores, podendo haver uma ligação entre ambas às partes, professor e
estudante.
A partir da década de 1980, a música
podia estar em toda parte: acompanhado privadamente toda atividade possível por
meio dos fones de ouvidos ligados a aparelhos de bolso lançados (como tão
frequentemente) pelos japoneses. (FIUZA, 2007, p. 66).
A
música começou a ser inserida dentro de sala de aula partir da década de 1980,
podendo ser utilizada como forma de culturalização, enriquecedora para os
estudantes, e está vinculada a um tipo de emoção, é dessa forma que faz com que
os estudantes tenham uma aprendizagem mais enaltecedora. Assim o estudante
tende a dar mais valor e prestar atenção nas aulas, fazendo com isso por
diversas formas coloque mais cultura em seu cotidiano. Sendo assim, os
estudantes farão com que seus professores possam também ter uma forma de
conhecimento mais abrangente e enriquecedor para seu currículo docente.
A
música nos proporciona informações que ninguém talvez nem imagine que possa
existir ou existe, por isso, música é importante em nossas vidas e também
importante que se coloque este tipo de mídia auditiva dentro de salas de aulas
para estudantes conheçam um pouco da cultura brasileira através do som que esta
sendo passado. Dessa forma, a música pode auxilia-los a preparar a mente para
que se possa ter outra perspectiva abrindo assim uma nova forma de ver o mundo.
Segundo
Fiuza (2007), outra mensagem que pode vir atrelada à música é aquela trazida
pelo ritmo. Há músicas que impelem as pessoas à dança e nem sempre essa dança
está de acordo com aquilo que o poder considera como ordeiro, como os carnavais
e os charivaris o maxixi, surgido inicialmente como dança, por volta de 1870,
como a primeira grande contribuição das camadas populares do Rio de Janeiro à
Música do Brasil.
A música em seus diversos ritmos pode influenciar na vida social de todo estudante e também de seus professores. Como Fiuza coloca, música é aquela trazida pelo ritmo, quer dizer ritmo todos os tipos e gêneros, é isso que desperta o interesse dos estudantes poder ter uma opinião própria formadora de conhecimentos e poder ter uma escolha ou não, fazendo com que os mesmos se interessem pelo gosto musical facilitado assim sua vida e a vida seus professores dentro de sala de aula. Música é distração, distrai o trabalho, distrai o lazer, faz contraponto cego com o que eu vou fazer, papel de parede, pano de fundo, ponto de fuga acompanhamento em harmônico, agudo, da atividade viver, em toda parte, uma espécie de cenário, jardim portátil. (FIUZA, 2007, p. 66).
A
música e um recurso facilitador que pode fazer das aulas tornarem-se mais atrativos
e também pode transformar aquela aula como um lazer para os estudantes. Dessa
forma, as aulas podem ser bem mais criativas e lúdicas, e fazer com que os
estudantes possam se soltar e aprender mais e mais com música em sala de aula,
pois, a intenção é procurar fazer com que estudantes tendem a olhar as aulas
com outro olhar e não apenas assisti- lás, compreender e sentir de uma forma
clara. A música por sua vez, tende a passar informações que faz com que seus
estudantes tenham mais interesse pela mesma e queira ver as aulas de outro ângulo
bem didaticamente.
Podemos
vislumbrar aqui dois pontos de discussão quanto a influencia da música em sala
de aula (Fiuza, 2007). O 1º aspecto refere-se ao fato de podermos pensar como
trabalhar com a música como objeto de estudo, como documento nas diferentes
disciplinas. O 2º aspecto, diz respeito a qual seria a relação entre o fundo
sonoro de uma música e o processo de estudo propriamente dito, seja em sala de
aula, seja na residência do estudante. Neste segundo ponto, podemos apontar
alguns dados obtidos pela pesquisa realizada por Chiappini e Citelli (1997),
junto a uns mil estudantes da rede pública e privada da grande São Paulo, em
1993.
Os pesquisadores perceberam que boa
parte dos estudantes fazia lições ou lia ouvindo rádio. Na 3ª série, 9,43%
deles faziam lições com radio ligado; já na 8ª série, eram 16,81%. Para
escrever, na 3ª série eram 3,54%, enquanto na 8ª eram 6,16%. É bem provável que
estes números tenham crescido nestes oito anos; os meios de comunicação
continuam expandindo sua abrangência e seu monopólio. Tal contexto só foi um
pouco abalado pela internet, ainda elitizada pelos altos custos quando
comparada ao rádio e à televisão. Contudo, não temos a dimensão da interferência
exata da música no processo de estudo, o que abre um campo rico para pesquisas.
(FIUZA, 2007, P. 65).
A
educação por sua vez esta ligada a vários módulos educacionais, assim, qualquer
instrumento que procura buscar mais facilidade no ensino dentro de sala de aula
e um desses módulos que a escola ou o que o professor pode estar colocando em
meio às aulas um meio de propor a música como recurso em sala para seus
estudantes uma vez que ela é uma forma de manifestação no dia a dia do ser
humano. A música pode contribuir de variadas formas, quando utilizada dentro de
sala de aula, música tende a passar para os estudantes através de suas letras
uma compreensão do mundo tanto no passado como nos dias atuais. Em certas
situações a música pode ser usada de uma ponte transitória entre professores e
estudantes e ainda, música pode ser vista como uma possibilidade de aspectos
físicos e também sociais podendo estimular e beneficiar, instruir os estudantes
em diversos estilos musicais.
Como
segundo afirma Adriana Fernandes (2008) à experiência musical é necessariamente
uma experiência sensorial física, ou seja, ela é percebida por todo o corpo, e
não apenas pelos ouvidos. Ela pode ser vivenciada de várias formas: dançando,
lembrando, apreciando, imaginando e assim é bastante democrática, pois,
qualquer um pode vivencia lá e, no meu entendimento, esta é a forma mais
adequada de “fixa-la”, ou seja, quando ela é incorporada às vivencias, às
individualidades e identidade do ser humano.
A
meu ver a música passa um gênero cultural no sentido de que através da
linguagem musical possibilite aos estudantes um fundo sonoro do qual possam-se
identificar “a canção e o processo de
estudo propriamente dito”. A música é um jeito de passar a cultura de uma forma
que possa fazer com que os estudantes conheçam sua própria cultura transmitida
através de um fundo musical passado em sala de aula. Como foi colocada por um
dos autores acima citados, a música pode ser ouvida, sentida e também cantada,
fazendo assim um registro histórico com a utilização da mesma “as estratégias e
linguagem que se estabelecem a percepção dessas fontes áudio visuais
(fotografia, cinema, música mídias informatizadas)”.
A
música transmite experiência sensitiva e sensorial, observa-se quando você ouve
a música na maioria das vezes seus cabelos do corpo arrepia essa é uma forma de
sentir o poder daquela música e o quanto esta transmitindo a sabedoria e o
quanto você está gostando de transmitir e, principalmente, quando se trata de
alguma música que você goste e fazendo assim com que outras pessoas ouçam
também mesmo os estudantes não querendo isso seria uma forma de manifestação
humana onde você transmite sua música para o outro abrindo assim novos
horizontes e conhecimentos. Assim, você passa a espalhar seu gosto musical para
outras pessoas fazendo com que sua cultura se espalhe por outros lugares. A
contribuição que a música poderá e devera colaborar para a aprendizagem dos
estudantes pode através de diálogos e colocar os estudantes em uma diacronia
que implicará na possibilidade de uma experiencial cultura contribuindo assim
uma ralação com o meio musical.
Acredito
que num futuro próximo, as escolas que por sua vez já estarão adaptadas para uma
forma de ensino bem adequados para que através da música possam contribuir de
uma forma ou de outra para que se possa enriquecer ainda mais as aulas e o seu
próprio conhecimento e também dos estudantes.
Professores
e estudantes, mesmo sem conhecimento técnico, possuem dispositivos emocionais
para dialogar com a música (Duarte, 2011). Tais dispositivos, verdadeiras
competências de caráter espontâneos ou científicos, não é apenas resultado da
subjetividade do ouvinte diante da experiência musical, mas também, sofrem a
influência de ambientes socioculturais, valores e expectativas
político-ideológicas, situações especificas de audição, repertórios culturais
socialmente dados.
Como
coloca Duarte (2011) professores e estudantes sem um conhecimento prévio sociocultural,
tendem a buscar as objetivas importâncias para fundamentalizar à música em sala
de aula.
Como
diz; Helena de Freitas, coordenadora-geral de Programas de Apoio à Formação e
Capacitação Docente de Educação Básica, “a Lei não torna obrigatório o ensino
em todos os anos, e é isso que será articulado com os sistemas de ensino
estudantis e municipais”.
Nas
palavras da coordenadora da Educação Básica, Helena de Freitas as escolas não
são obrigadas a promover o ensino de música. Mas, por outro lado seria uma boa
opção colocar músicas nas escolas, pois, poderá colaborar com o ensino e
aprendizagem dos estudantes fazendo com que percebam através da música uma
forma de buscar inovações e adquirir novas experiências com a música.
Segundo
dados mais recentes do Censo da Educação Superior, de 2006, o Brasil tem 42
cursos de licenciaturas em música, que oferecem 1.641 vagas. Em 2006. 327
estudantes formaram-se em música no Brasil.
O
MEC recomenda que além das noções básicas de música, dos cantos cívicos
nacionais e dos sons de instrumentos de orquestra, os estudantes aprendam
cantos, ritmos, danças e sons de instrumentos regionais e folclóricos para
assim, conhecer a diversidade cultural do Brasil.
Podemos
de fato colocar a música dentro de sala de aula como recurso pedagógico será
uma boa opção para melhorar aprendizagem dos estudantes, colocaremos aqui a
seguinte questão qual seria uma melhor forma de propor música dentro de sala de
aula? Conforme colocado por Fiuza (2007), qual a relação entre o fundo sonoro
de uma canção e o processo de estudo propriamente dito.
A
melhor forma para trabalhar música dentro de sala de aula é trazer música do
qual os estudantes estão costumados a ouvir.
Segundo
Adriana Fernandes (2008), se a educação musical estivesse mais pautada em
pesquisas e se propusesse a ousar na formação dos estudantes de modo que estes
pudessem estar mais expostos a uma alteridade expressiva-ou seja, várias formas
de-se expressar onde um dos elementos seria o material sonoro, eu penso que
traríamos uma nova realidade para o cenário musical do Brasil e uma nova
mentalidade para os músicos.
A
música tem muito a contribuir, pois, tende a transformar o aprendizado dos
estudantes construindo uma perspectiva podendo assim abrir um novo tipo de
conhecimento uma forma de-se descobrir o novo, a música esta ligada nos dias de
hoje a uma nova forma de como estudantes professores assistem televisão
naveguem na internet, na hora de ler livro.
Como
foi colocado por Duarte (2011), com a utilização dessas fontes (fotografia,
cinema, música e mídias informatizadas), no ensino de história, abrem
possibilidade para um amplo campo de pesquisa e reflexão sobre o processo de
construção do conhecimento histórico, que devem ser inserida no contexto de
cultura da instituição escolar.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente artigo procurou explicar como utilizar
a música como recurso pedagógico dentro de sala de aula bem como esclarecer
como as instituições devem se portar para a utilização da música. O mesmo
tratou buscou informar como podemos utilizar música inserida no ensino de
história, e objetivou também informar como trabalhar a música entre outras
matérias, entrou em discussão como fazer com que os estudantes busquem
aprendizagem através da música que foi passada pelo professor fazendo com que
as aulas sejam mais informativas, possibilitando assim melhor compreensão entre
professores e estudantes. Buscou-se entender neste artigo como as instituições
deverão adaptar-se colocando mais uma disciplina em sua política curricular por
meio da lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) institucionalizada em 20 de
dezembro de 1996 de nº 9.394. Esse decreto exige que todas as instituições
sejam obrigadas a colocar música como mais uma disciplina no currículo. O
artigo, no entanto, explicou como a música poderá ajudar professores e
estudantes em sala de aula, foram abordados também questões em relação música e
sala de aula, analise feita nesse artigo
poderá ampliar a aprendizagem de estudantes e professores. Colocamos questões do
qual estão em discussões todos os dias para promover músicas dentro das
instituições como foi dito ao longo do artigo, as instituições já estão ou
estarão em um futuro próximos e adaptando para incluir música como mais uma
disciplina em sua politicas pedagógica para que através da música possam abrir
novos horizontes e com isso buscar mais conhecimento para vida toda
REFERÊNCIAS
FERNANDES, Adriana. Da Necessidade de Experiências
Musicais: Sensibilidades e Sociabilidades perspectivas de pesquisa.
Goiânia, Ed. UCG-2008.
FIUZA, Alexandre Fernandes. Reflexões
sobre o trabalho com a canção na sala de aula. Ensino de Historia e
Educação: Olhares em Convergência. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2007.
DUARTE, Milton Joeri Fernandes. “A
música e a construção do conhecimento histórico em aula”. São Paulo:
FEUSP, 2011.
Lei De Diretrizes e Base da Educação (LDB) – nº 9.394, de 20 de dezembro de
1996.
Nenhum comentário:
Postar um comentário